Mário Sérgio substitui Tite no Internacional
A contratação de Mário Sérgio para comandar o Internacional após a queda de Tite mostra que a atividade de treinador de futebol é uma das poucas áreas de atuação em que o currículo do profissional não é levado em conta pelo contratante.
Se estivéssemos na década de 70 e Mário Sérgio estivesse sendo contratado como jogador seria sem dúvida um ótimo negócio, o chamado reforço de peso. Era um jogador extremamente talentoso que driblava fácil e tinha muita técnica.
Infelizmente para os colorados, não é o caso.
Mário Sérgio nunca conquistou nada como treinador.
Em seu histórico recente estão breves passagens por Botafogo, Atlético-PR e Portuguesa.
Na Lusa, seu último emprego, foi demitido após a eliminação na primeira fase da Copa do Brasil com derrota para "poderoso" Icasa-CE, no Canindé.
No Atlético-PR foi demitido após um mês de trabalho e no Botafogo ficou 15 dias (com 3 derrotas em 3 jogos).
Em qualquer outra profissão alguém com um currículo tão fraco jamais assumiria um cargo importante e bem remunerado numa empresa de grande porte.
Já no futebol brasileiro esse profissional tem espaço num dos maiores clubes do país, recebendo um alto salário e tendo nas mãos um dos melhores elencos entre os clubes da primeira divisão.
Vai entender...

Um comentário:
Ótimo texto Sandrão...
O próprio Mário Sérgio sabe que foi contratado para tapar buraco, pq o Inter não tinha outra opção...
Ótimo para o SP, SEP, GOI e ATL-MG e até para o timinho da Marginal...
Abs
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